2. Alegria (gozo) – é o amor exultante. É uma alegria
constante na vida do crente, decorrente de seu bem-estar com Deus. Este amo se
manifesta inclusive nas tribulações. (2 Co 7.4; At 13.52)
3. Paz – A paz é o amor em repouso. É uma
tranqüilidade íntima e perfeita, independente das circunstâncias. Podemos
desfrutar da paz em três sentidos: Paz com Deus (Rm 5.1; Cl 3.15); paz com o
próximo (Rm 12.18; Hb 12.14) e a paz interior. A paz que guarda nossos corações
e os nossos sentimentos em Cristo Jesus. (Fp 4.7) Os ímpios não tem paz! (Is
48.22)
4. Longanimidade (paciência) – É o amor que suporta a falta de cortesia
e amabilidade por parte dos outros. (Ef 4.2; 2 Co 6.4) É a paciência de forma
contínua. Paulo reconheceu a paciência de Jesus Cristo para com ele. (1Tm 1.16)
Em 2 Coríntios 6.4-6 Paulo fala da muita paciência.
5. Benignidade – É uma forma de amor compassivo e
misericordioso. É a virtude que nos dá condições de sermos gentis para com os
outros, expressando ternura compaixão e brandura. A benignidade de Deus na vida
de Paulo impediu de o carcereiro de Filipos se suicidasse. (Atos 16.24-34)
6. Bondade – É a prática do bem, o amor em ação. É ser uma
bênção para os outros. (Rm 15.14) e alcança o favor de Deus (Pv 12.2). É o amor
generoso e caridoso. Se antes fazíamos o mal agora Cristo nos capacita para
sermos bons cidadãos.
7. Fé – Não é apenas crer e confiar. É também ser
fiel e honesto, pois Deus é fiel. (1 Co 1.9) Através desta virtude o crente se
mantém fiel ao Senhor em quaisquer circunstâncias. Descobrimos se temos esta
qualidade quando somos desafiados à infidelidade. É o amor em sua fidelidade a
Deus. (1 Pe 1.6,7)
8. Mansidão – Virtude que nos torna pacíficos, com
serenidade e brandura diante de situações irritantes, perturbadora e
desagradáveis. Antes éramos agressivos e nos irritávamos com qualquer coisa que
nos contrariava. Jesus falou para aprendermos a mansidão com ele. Ele se
conservou manso diante de seu traidor. (1 Pe 2.21-23), e curou a orelha do
servo do sumo sacerdote que fazia parte dos que tinham ido prendê-lo. (Lc
22.51) É o amor submisso a Deus.
9. Temperança (Domínio próprio) – Deus respeita o nosso livre arbítrio e
por isso não nos domina, mas nos guia na verdade. Além da orientação do
Espírito Santo contamos com o domínio próprio que atua como um freio contra as
paixões da carne as quais vão contra os propósitos de Deus para nossa vida. De
vez em quando somos tentados, velhas paixões e coisas ilícitas podem bater à
porta de nosso coração (1 Co 10.13 ; 2 Pe 2.9) mas através dessa virtude o
crente avalia e reconhece que a vontade de Deus é mais importante e assim ele é
vitorioso. (Mt 10.37-39). É o domínio próprio que nos aperfeiçoa em santidade,
por isso precisamos cultivá-lo (1 Co 6.12; 9.25) É o amor disciplinar de Deus.
O domínio próprio envolve todas as áreas de nossa vida: os pensamentos, as
palavras e nos atos.
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