Marta
Muitas vezes Jesus foi à casa de Marta, que aparentemente era solteira, seja por opção ou por força das circunstâncias. Ela vivia com Maria e seu irmão Lázaro. O comentário de João mostra que Jesus tinha laços de amizade muito fortes com essa família.(Jo 11.5). Marta parecia sentir prazer em exercitar seu dom de hospitalidade e sua provável posição de irmã mais velha.
Três cenas aparecem revelar o temperamento decidido de Marta, que o Senhor enfrentou com carinhosa firmeza, conforme o registro feito por Lucas,(Lc 10.41,42). A irritação de Marta com sua irmã levou-a a um confronto com Jesus, pois, na verdade, ela o ocupava pelo fato de Maria o não a ajudar nas tarefas de casa. A resposta amorosa de Jesus não era uma condenação do coração servidor de marta ou a rejeição de sua hospitalidade zelosa e graciosa. Ele simplesmente
pediu que reconsiderasse suas prioridades, que fizesse suas escolhas baseando-se em valores eternos em vez de pressões imediatas, e sugeriu, então, que deixasse Maria fazer suas próprias escolhas.
Muitos meses mais tarde, Lázaro adoeceu enquanto Jesus estava longe. Embora as irmãs tenham mandado chamá-lo, quando o Senhor Jesus chegou em Betânia , Lázaro estava morto e havia sido sepultado há quatro dias.
Marta tomou a iniciativa de encontrar Jesus quando ele se aproximava da cidade e atribuiu a culpa pela morte prematura de seu irmão à sua demora.(Jo 11.21). Novamente, com fé e confiança, Marta reconheceu o poder de Jesus, sobre a morte. Jesus explicou que ele próprio era a ressurreição. Ela concordou e viu a manifestação imediata daquela fé na ressurreição de seu irmão.
O terceiro episódio que trata do caráter de Marta foi relato por João(Jo 12.2). O simples fato de Marta assumir obrigações de anfitriã mais uma vez confirmaram a utilização de seus talentos extraordinários. Sem dúvida, ela tornou-se uma discípula que experimentou o poder de Deus no serviço prático. Jesus e outras pessoas precisavam do refrigério físico da calorosa hospitalidade de Marta. Ela não considerava suas obrigações domésticas como servidão sem valor. É óbvio que amava sua casa e sentia alegria em investir sua energia na gestão eficiente do ambiente doméstico.
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Fonte: A Bíblia da Mulher

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