Temor na oferta
Muitas pessoas pensam que dar oferta no templo é um favor que prestam ao pastor ou à Igreja. Na verdade isso demonstra uma grande falta de conhecimento da Palavra de Deus. Se a palavra é verdadeira como temos crido de todo o coração, então a oferta é uma grande bênção para o ofertante. "Mais bem- aventurado é dar que receber." At 20.35
Não é o ministro de Deus, portanto, quem vai usufruir plenamente das consequências da oferta na Igreja, mas o próprio ofertante.
O fato é que a partir do momento em que uma pessoa é convidada a trazer a sua oferta ao altar, o servo de Deus está lhe dando a oportunidade de se aproximar do Trono da Graça. Aquele homem de Deus, como ministro do Evangelho, ungido com o Espírito Santo, tem autoridade espiritual para receber, em nome do Senhor Jesus, as ofertas do povo para a divulgação do Reino de Deus nesse mundo. Essas ofertas não apenas permitem a propagação do Evangelho, mas, sobretudo, aproximam o ofertante de Deus.
É por isso que a oferta não pode ser defeituosa. Não se dá "qualquer coisa", ou aquilo que não faz diferença para quem oferece. Ela tem que ser santa, pura e sem defeito, e, para tanto, tem que haver temor no coração do ofertante quando for apresentada no altar. Há de se considerar que ela não está sendo trazida para o sacerdote, mas para Deus. Tanto o homem de Deus quanto o ofertante têm que estar vivendo um padrão de santidade aceitável por Deus para poder ao menos tocar na oferta.
Fonte: O Perfeito Sacrifício
(Bispo Macedo)
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