A fé tem o poder de tornar possível todos os impossíveis, quando não oscila naquele que a tem; o que significa que ela nem sempre é determinante das nossas ações. As circunstâncias que o mundo nos apresenta, infelizmente obriga-nos a permitir oscilação na nossa fé.
Há momentos em que sentimos o coração arder em fé, mas há outros em que o oposto é verdadeiro. É aí que a confiança íntima do coração nos faz sustentar a fé. Quando Jó estava em meio às suas desgraças, e já havia perdido toda a família, os bens, amigos e saúde, confessou: "Eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra." (Jó 19.25)
Essa voz do coração era a sua confiança que "gritava", como se dissesse que ela continuava muito viva e intacta.
A confiança, ao contrário da fé, não se manifesta com maravilhas; ela é sutil e discreta, mas, sustentada pela fé, jamais oscila. Quando existe, então, permanece, independentemente de quaisquer circunstâncias, como foi o caso de Jó. O seu sofrimento, embora tivesse sido o mais cruel de todos os sofridos pelos homens, com exceção do Senhor Jesus, não abalou a sua confiança. A confiança mantém a esperança viva, pois é uma constante.A fé representa os dons; a esperança. A confiança; o amor, os frutos.
Um Corpo espiritual anda com essas duas pernas: Os frutos e os dons. O seu equilíbrio está na fé e no amor, mas a sua alma é a esperança que mantém firme o propósito de seguir avante.
Assim, consideremos o equilíbrio espiritual tanto para os frutos, na esperança que se renova no Senhor Jesus.
***************************
Fonte: O Discípulo do Espírito santo.
(Bispo Macedo)
Comentários
Postar um comentário