Há uma história interessante e diz respeito à uma igreja de uma pequena cidade e ao seu novo pastor.
Ele veio para a cidade e passou os seus primeiros longos dias a visitar membros inativos da igreja, um por um, família por família, pedindo-lhes para que viessem ao seu primeiro culto.TRISTEMENTE, contudo, todo o seu esforço foi em vão. Nenhum deles apareceu no domingo de manhã.
Na segunda- feira, ele colocou um anúncio proeminente no jornal local. A notícia declarava que a igreja estava morta e, por causa disso, era seu dever como pastor dar-lhe um decente funeral cristão. O anúncio do funeral dizia que este se realizaria no domingo seguinte à tarde.
Morbidamente cheia de curiosidade, decerto, toda a cidade compareceu. No interior do edifício da igreja, para todas as pessoas verem claramente quando entrassem, havia uma enorme urna coberta de flores, colocada proeminentemente num plano elevado defronte do púpito.
Estavam todos sentados e pairava a expectativa no ar. O culto começou. O pastor começou com uma oração e um hino calmo.
Depois, com solenidade leu o obituário da igreja e proferiu um eloquente e tocante elogio.
Depois convidou a congregação a vir à frente prestar a última homenagem à muito querida amada que tinha partido.
Todos se ergueram dos seus lugares e formaram uma fila que lentamente se deslocava para a urna. Um a um todos davam uma olhadela ao seu interior, voltando comovidos, com um sentimento de culpa e de vergonha, alguns marejados de lágrimas.
As suas faces estavam pálidas. Eis o que viram: No interior da urna, colocado num ângulo adequado, estava um enorme espelho. TODOS SE VIAM A SI MESMO!NÃO SEI SE É VERÍDICA ESSA HISTÓRIA, MAS CONSIDEREMOS A SUA LIÇÃO.

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